A Procuradoria-Geral do Município de Rio Preto pediu à Justiça a quebra do sigilo bancário de uma empresa e de uma associação, que teriam recebido repasses milionários da Santa Casa de Casa Branca.
As transações bancárias teriam sido feitas com parte do montante de R$ 4,7 milhões, que a instituição recebeu antecipadamente da Secretaria de Saúde de Rio Preto, na assinatura do contrato para a realização de um mutirão de exames, que posteriormente foi anulado pela Prefeitura de Rio Preto.
Segundo a petição de 27 páginas da Procuradoria, os contratos feitos entre o hospital de Casa Branca com as instituições são simulados.
No documento encaminhado à Justiça, a PGM aponta que a empresa Nolicap Soluções Empresariais Ltda, com sede em São Paulo, e atuação em Botucatu, seria contratada pela Santa Casa de Casa Branca para o fornecimento de seis carretas, ao custo de R$ 1.750.000,00.
Já a associação Essencial Saúde Educação Excelência em Cidadania e Políticas Públicas, com sede em Barueri, faria o serviço de mão de obra, ao custo de R$ 2.060.000,00.
Procurada para comentar o caso, a Santa Casa de Casa Branca afirmou que só vai se manifestar nos autos do processo.
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